O consumo de vestuário no Brasil deve aumentar 3% este ano

Se vestir é uma necessidade básica do ser humano, portanto, já temos um motivo para colocar a compra de vestimentas como uma das prioridades na hora de gastar o nosso salário, independentemente de valores, grifes ou tendências. Mas ultimamente, moda está na moda, com o surgimento da internet, a acessão da Classe Média, novas tecnologias, a chegada de marcas estrangeiras ao mercado nacional, o grande números de fashion blogs, a inserção de uma identidade de moda nas novelas, enfim, tudo isso contribui para aflorar um desejo nos brasileiros de consumirem mais e buscarem mais estilo na hora da compra.

Segundo as estimativas apresentadas pelo Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do Ibope Inteligência, revelam que o consumo total de vestuário no país deve encerrar 2014 com um volume de R$ 138 bilhões. O dado mostra um aumento de 3% em relação ao valor do ano passado, onde cada brasileiro deve gastar, em média, R$ 810,84 com vestuário contra R$ 786 em 2013.

A pesquisa revela ainda que, as classes C e B serão as maiores consumidoras, com 41% e 40% do potencial de consumo, respectivamente. Em reais, isso equivale a R$ 56,2 bilhões (classe C) e R$ 54,9 bilhões (classe B). Com 11% do consumo total do país, surge a classe A com gastos de R$ 15,1 bilhões. As classes D e E compõem o menor grupo, com potencial estimado de 8%, atingindo R$ 11,6 bilhões. Dentre as regiões, a sul é a que possui a maior expectativa de gasto por habitante, com R$ 941,67, seguida da região centro-oeste, com R$ 917,49, e da sudeste, com R$ 863,49. Os moradores da região norte devem gastar R$ 695,98 e os do nordeste, R$ 632,11. O potencial de consumo refere-se apenas às compras de pessoa física junto a varejistas do ramo e inclui a aquisição de vestuário masculino, feminino e infantil.

Foto reprodução.

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